A matrícula antiga
“…começa na figueira grande, segue pela cerca velha até o córrego, desce pelo córrego até a divisa do vizinho…”
Marcos que somem: a árvore cai, a cerca muda, o córrego muda de curso.
Medimos as divisas do seu sítio com aparelho de satélite, certificamos a área no INCRA e cuidamos do cartório até a matrícula ficar em dia — para você vender, dividir ou inventariar sem surpresa.
A equipe anda as divisas do seu imóvel e mede cada canto com um aparelho de satélite — um GPS muito mais preciso —, na precisão que o INCRA pede.
O INCRA confere, no sistema dele, que a sua área não invade a de nenhum vizinho já certificado — e dá o selo oficial: a área certificada.
Com a área certificada, o cartório atualiza a matrícula — o registro da terra. Aí, na hora de vender ou partilhar, a descrição já está em dia.
Não é a mesma coisa que o CAR, que é o cadastro ambiental, nem que a topografia, que faz a planta para o seu uso. Para dividir ou juntar terras, veja como dividir ou juntar terras.

Seu Antônio resolveu vender 10 alqueires do sítio — uma parte só — para o vizinho. Preço combinado, aperto de mão dado. Faltava só o cartório.
Moral da históriaA figueira cai, a cerca muda. O ponto marcado por satélite fica.
A sua matrícula também fala de figueira, cerca ou córrego? Mande uma foto dela no WhatsApp — a gente lê e diz se você vai precisar.
Mandar a foto da matrículaAntes, por marcos que somem. Depois, por pontos marcados por satélite no mapa oficial.
Cada imóvel tem o seu tamanho e a sua matrícula. Antes de começar, a gente olha a sua e diz se o cartório vai pedir — e o que mais ele vai pedir junto.
Na venda e na partilha, o cartório confere a descrição do imóvel e, conforme o caso, pede a área certificada. Ter isso pronto antes evita que o negócio pare no último passo.
Desmembrar uma área — entre herdeiros, entre sócios ou para vender uma parte — é feito com o georreferenciamento de cada parte nova; se o imóvel já é certificado, só com nova certificação.
Unificar duas ou mais matrículas numa só é feito com o georreferenciamento de cada matrícula e da área já junta.
Quando a matrícula traz uma área ou uma descrição que não bate com o campo, o georreferenciamento é a base da retificação no cartório.
Quando o imóvel entra como garantia de crédito, o banco pode pedir a área certificada para liberar o financiamento.
Em ação sobre a terra — usucapião, divisão, demarcação — o processo pede a identificação georreferenciada do imóvel.
Aprovação é decisão do cartório e dos órgãos — ninguém sério garante carimbo. O que garantimos é técnica, norma e acompanhamento até o fim.

Não tem tudo? Comece mesmo assim — a gente confere o que falta.
Toque em cada pergunta para ver a resposta.

Na verdadeNem sempre. A escritura e a matrícula — o registro da terra no cartório — podem descrever o sítio por marcos que já não existem. Quando a descrição é assim, o cartório pode pedir a área certificada para quase tudo: dividir, juntar matrículas, corrigir a área e, cada vez mais, vender ou partilhar. A gente olha a sua e diz.
Na verdadeNão muda. Ele descreve, com pontos marcados por satélite no mapa oficial, o imóvel que já é seu. E também não decide briga de divisa.
Na verdadeQuase nunca. Diferença é comum: medição antiga, conta arredondada, descrição feita no olho. A gente explica a diferença ao cartório, por escrito. Se ela indicar terra de outra pessoa, avisamos antes.
Ficou outra dúvida? Pergunte direto para quem mede.
Perguntar no WhatsAppDescrição antiga, por marcos que já não existem. Desenhamos o que a matrícula descreve e comparamos com o campo antes de montar qualquer peça.
Carta assinada por quem já vendeu volta do cartório. Conferimos a matrícula de cada vizinho para saber quem assina hoje.
A divisa dele já tem coordenada oficial, e a nossa medição encaixa nela ponto a ponto. Em alguns casos, a assinatura dele nem é necessária.
Divisa com estrada, rodovia ou ferrovia pode pedir a concordância do órgão responsável. A gente identifica e encaminha.
Se o cartório fizer exigência, respondemos sem refazer o trabalho.
Na prática, hoje, quase sempre que você for mexer na matrícula. Se o imóvel já é certificado, dividir ou juntar matrículas só se faz com nova certificação. Se ainda não é e a matrícula descreve a terra de um jeito antigo ou impreciso — por marcos que já não existem, o que é o mais comum —, o cartório pode pedir a área certificada para vender, partilhar, dividir, juntar ou corrigir a área. Em processo na Justiça sobre a terra, o processo pede. A gente olha a sua matrícula e diz com clareza se — e quando — você vai precisar.
A medição é a parte rápida. O que mais pesa no prazo é reunir a assinatura dos vizinhos e o andamento do cartório. Por isso o cronograma sai depois de ver a matrícula e conhecer as divisas — e não antes.
Depende do tamanho da área, do relevo, do acesso, de quantos vizinhos há e da situação da matrícula. O orçamento sai por escrito depois da análise, sem compromisso.
Em geral, sim: cada vizinho declara que concorda com a divisa medida. A gente descobre quem é o dono de hoje de cada um, prepara a carta com o trecho da divisa dele e orienta a coleta das assinaturas. Quando a divisa do vizinho já está certificada, a assinatura pode ser dispensada — conferimos caso a caso.
É comum: medição antiga, descrição por rumos, arredondamento. A diferença é explicada ao cartório no laudo, e o georreferenciamento serve de base para corrigir a matrícula. Se a diferença indicar terra de outra pessoa, avisamos antes — aí o caminho é outro.
A topografia faz a planta para o seu uso e para os projetos sobre o terreno. O georreferenciamento mede as divisas com coordenadas oficiais, na precisão que o INCRA pede, e a área é certificada no SIGEF, onde o INCRA confere que ela não se sobrepõe a nenhuma vizinha já certificada. É isso que o cartório usa para atualizar a matrícula do imóvel rural.
Não. O CAR é o cadastro ambiental do imóvel. O georreferenciamento é a medição certificada que vai para a matrícula. Depois de certificar, vale atualizar o CAR com a área certificada — a Metro faz as duas coisas.
Na maioria dos casos, dá para começar. Quem assina os requerimentos e como o cartório registra depende do andamento do inventário — conferimos a matrícula e orientamos antes de qualquer passo.
Não — e desconfie de quem garantir. A decisão final é sempre dos órgãos competentes. O que a Metro garante é o que depende de engenharia: medição conforme a norma, peças técnicas corretas, ART, resposta às exigências e acompanhamento até o fim do processo.
Atendemos os 46 municípios do Norte Pioneiro do Paraná — e levamos o mesmo trabalho a outras regiões do Paraná e a outros estados.
Não achou a sua cidade? A gente vai até você — pergunte.
Perguntar no WhatsAppConte o que você quer fazer com a terra. A gente olha a matrícula e diz o caminho — antes de o cartório, o banco ou o comprador apontarem o problema.