A gleba de pasto
“…uma área de terras de pastagem, situada na zona rural…”
Só o contorno, umas árvores e a pergunta de todo dono: quantos lotes cabem aqui — e se a área pode ser loteada.
Acertamos os papéis da área, medimos o terreno, desenhamos ruas, quadras e lotes e levamos o projeto à Prefeitura e ao cartório — e ainda apoiamos a venda dos lotes. Comprou um lote? A gente confere se ele está em ordem.
A área inteira — a gleba — medida e com a matrícula, o registro do imóvel no cartório, acertada antes de qualquer desenho.
Ruas, quadras e lotes desenhados sobre o terreno medido, com a altura de cada ponto e o que a lei da sua cidade pede.
Com a aprovação da Prefeitura e o registro no cartório, cada lote sai com a sua planta e o seu memorial (o texto que descreve as divisas), pronto para vender.
Se a área ainda é rural e a matrícula precisa de acerto, o caminho pode passar pelo georreferenciamento. A medição do terreno é topografia.

A cidade cresceu até a cerca do pasto da Dona Zuleide, e os filhos tiveram a ideia: “e se a gente lotear?”. Antes de qualquer desenho, a primeira pergunta foi outra: pode?
Moral da históriaConferir antes de desenhar faz o lote sair do papel.
Tem uma área e pensa em lotear? Conte no WhatsApp — a gente diz por onde começar.
Falar sobre a minha áreaAntes, só o contorno da gleba e a dúvida de quantos lotes cabem. Depois, cada lote com número e lugar — e a conta fechando com a gleba.
Cada área tem a sua história. O engenheiro da casa já fez loteamentos próprios, do sítio ao lote vendido: conhece cada passo do lado de quem loteia — e começa pelo que pode travar lá na frente.
Da gleba ao lote vendido, a gente conduz cada etapa — e, antes de tudo, confere se a área pode virar loteamento, para você não gastar com projeto à toa.
Se na matrícula a área ainda é rural, ela precisa estar onde a lei da cidade deixa lotear: na área urbana ou na que a cidade reservou para crescer. Conferimos isso com a Prefeitura logo no começo.
Área antiga, descrição por marcos que já não existem: acertamos a matrícula da área inteira antes do projeto, para o loteamento nascer sobre a área certa.
Matrículas vizinhas, do mesmo dono, podem virar uma só antes do projeto — para o loteamento sair de uma área só.
Com o loteamento registrado, cada lote tem a sua planta e o seu memorial. Preparamos o material técnico para divulgar os lotes e as peças de cada um para a venda e a escritura.
Quer saber se está tudo em ordem? Conferimos na certidão do cartório se o loteamento está registrado e medimos o lote no terreno, para ver se bate com o mapa.
Aprovação é decisão da Prefeitura, e registro, do cartório — ninguém sério garante carimbo. O que garantimos é técnica, conferência e acompanhamento até o fim.

Não tem tudo? Comece mesmo assim — a gente confere o que falta.
Toque em cada pergunta para ver a resposta.

Na verdadeNão. Se a área ainda é rural, ela precisa estar onde a lei da cidade deixa lotear: na área urbana ou na reservada para a cidade crescer. E a lei da sua cidade define o tamanho mínimo do lote e as áreas que ficam para o município. E terreno alagado, muito íngreme ou na beira de rio e de nascente tem limite próprio, que a gente confere também. A gente confere isso antes de desenhar — e diz com clareza se dá.
Na verdadeNão dá para saber olhando. Rua aberta e lote demarcado não mostram se o loteamento foi registrado no cartório — a certidão do cartório mostra. A gente confere para você e mede o lote, para ver se bate com o mapa.
Na verdadeNão. O quadro sai do próprio desenho e fecha com a gleba desenhada. Se a matrícula traz outra área, a diferença se explica — nunca se estica um número para bater com o outro.
Ficou outra dúvida sobre loteamento — ou sobre o lote que você comprou? Pergunte direto para quem faz.
Perguntar no WhatsAppSe a gleba é rural e fica fora da área onde a lei da cidade deixa lotear, ela não vira lote de cidade. Conferimos com a Prefeitura antes de qualquer desenho.
Divisas por marcos que sumiram e área calculada de olho. Medimos, mostramos a diferença e acertamos a matrícula antes do projeto — e não depois, com lote vendido.
O quadro sai do próprio desenho: lotes, ruas e a área da cidade somando a gleba. Se a matrícula traz outra área, a diferença se explica — nunca se ajusta.
Rua no lugar errado pode virar enxurrada e muita terra para mexer. Com a altura de cada ponto medida, a rua acompanha o terreno, e calculamos o corte e o aterro.
Se pedirem ajuste no projeto, na planta ou no memorial, a gente ajusta e responde.
É dividir uma área grande — a gleba — em lotes para construir, abrindo ruas novas. Quando os lotes aproveitam as ruas que já existem, em geral o caminho é outro: o desmembramento urbano. A lei da sua cidade diz qual é o seu caso, e a gente confere antes de começar.
Primeiro, ela precisa estar onde a lei da cidade deixa lotear: na área urbana ou na que a cidade reservou para crescer. Isso a gente confere com a Prefeitura logo no começo. Se estiver, a matrícula da área é acertada e o loteamento segue; se não estiver, dizemos com clareza — antes de você gastar com desenho.
Depende da cidade e, muitas vezes, do bairro. A lei da sua cidade define o tamanho mínimo do lote, a frente mínima e as áreas que ficam para o município. A gente confere antes de desenhar o primeiro lote.
É a conta do loteamento: a área dos lotes, das ruas e das áreas que ficam para a cidade, somando a gleba inteira. Ele sai do próprio desenho e tem de fechar com a gleba desenhada. Se a matrícula traz outra área, a diferença se explica — nunca se ajusta um número para fechar a conta.
Fazemos o projeto. O traçado das ruas, o meio-fio, o caminho da água da chuva e a consulta à companhia de energia entram no desenho e na aprovação, com as contas de corte e aterro. A obra em si se contrata à parte — e quem for executar recebe o desenho e as contas.
Pela certidão do cartório: ela mostra se o loteamento foi registrado e como o seu lote aparece lá. A gente confere a certidão, compara com o contrato e com o mapa do loteamento e mede o lote no terreno. Se algo não bate, dizemos o que falta e quem precisa resolver.
Depende do tamanho da área, de quantos lotes, da situação da matrícula e do que a sua cidade pede. O orçamento sai por escrito depois da conversa, sem compromisso. O prazo depende sobretudo da Prefeitura e do cartório — por isso a gente diz depois de entender o trabalho, e não antes.
Não — e desconfie de quem garantir. Quem aprova é a Prefeitura, e quem registra é o cartório. O que a Metro garante é o que depende de engenharia: medição e projeto conferidos, ART (o documento do CREA que mostra quem responde pelo trabalho), resposta às exigências e acompanhamento até o fim do processo.
Atendemos os 46 municípios do Norte Pioneiro do Paraná — e levamos o mesmo trabalho a outras regiões do Paraná e a outros estados.
Não achou a sua cidade? A gente vai até você — pergunte.
Perguntar no WhatsAppConte o que você quer fazer com a sua área. A gente confere se ela pode virar loteamento e diz o caminho, do projeto ao lote registrado — antes de você gastar com desenho.