O lote no papel
“…medindo 12 metros de frente por 30 de fundo…”
Medidas de quando o loteamento foi feito — o terreno nem sempre ficou igual ao papel.
Medimos o terreno com aparelho de satélite e entregamos a planta, as cotas e os cálculos — para corrigir o lote, calcular corte e aterro ou dividir em lotes, com a ART do responsável técnico.
Medimos o terreno ponto a ponto: as divisas, o que existe nele e, quando precisa, a altura de cada ponto.
Com isso sai a planta — e as contas que o projeto precisa: área, medidas, altura do terreno e volume de terra.
A planta em PDF e o desenho em arquivo de CAD para o seu projetista, com a ART — o documento do CREA que mostra quem responde pelo trabalho.
Para corrigir a matrícula de um imóvel rural, o caminho é o georreferenciamento; para dividir terra rural, veja desmembramento e unificação.

Dona Cida comprou um lote na cidade para construir a casa. Antes do projeto, o arquiteto pediu: “mede o terreno primeiro”.
Moral da históriaMedir antes de projetar evita surpresa depois.
Vai construir, dividir ou corrigir um lote? Conte no WhatsApp — a gente diz que medição ele pede.
Falar sobre o meu terrenoNo papel, medidas redondas. No terreno, as medidas de verdade — e a altura de cada ponto.
Cada trabalho pede um levantamento diferente. Antes de começar, a gente entende o que você vai fazer no terreno e diz qual medição ele pede — nem mais, nem menos.
Quando a área ou as medidas do lote na matrícula não batem com o terreno, o levantamento é a base do pedido de correção. Antes, conferimos o que a Prefeitura e o cartório da sua cidade pedem.
Antes de a máquina entrar: o volume de corte e de aterro da área plana e a altura em que os dois se equilibram. O talude e a folga para o tipo de solo se combinam junto.
Para quem vai lotear: o levantamento da gleba, a área e as medidas de cada lote e o quadro de áreas.
Antes de projetar, o arquiteto ou o engenheiro precisa do terreno medido. Entregamos a planta e os pontos com as cotas em arquivo de CAD, prontos para o projeto.
Para conferir, corrigir ou reforçar um levantamento: com as coordenadas que já existem, o receptor volta ao mesmo ponto no terreno.
Aprovação é decisão da Prefeitura, do cartório e dos órgãos — ninguém sério garante carimbo. O que garantimos é técnica, conferência e acompanhamento até o fim.

Não tem tudo? Comece mesmo assim — a gente confere o que falta.
Toque em cada pergunta para ver a resposta.

Na verdadePara projetar em cima do terreno de verdade, o arquiteto ou o engenheiro precisa dele medido — as divisas e a altura de cada ponto. Medir antes evita surpresa depois.
Na verdadePode servir de ponto de partida, mas planta em papel, sem coordenada, não encaixa em projeto novo. Medimos de novo, com o aparelho de satélite.
Na verdadeNão: a conta é da área plana, sem o barranco. Isso, e a folga para o tipo de solo, a gente combina com você antes de a máquina entrar.
Ficou outra dúvida sobre o seu terreno? Pergunte direto para quem mede.
Perguntar no WhatsAppComum em lote antigo. Medimos, mostramos a diferença e dizemos o caminho para corrigir — de preferência antes de construir ou vender.
Nivelar no lugar errado sai caro. Comparamos tamanhos e alturas diferentes para a área plana, e você decide com o volume de cada opção na mão.
Volume calculado só por algumas seções pode errar. Calculamos pela superfície do terreno medido, ponto a ponto, e as seções vêm para conferência.
No loteamento, o quadro de áreas sai do próprio desenho: lotes, ruas e calçadas somando a gleba desenhada. Se a matrícula traz outra área, a diferença se explica — nunca se ajusta.
Se pedirem ajuste na planta ou no memorial, a gente ajusta e responde.
O planimétrico mede a posição dos pontos — as divisas, o que existe no terreno e a área. O planialtimétrico mede também a altura de cada ponto e mostra o relevo. Para projetar uma obra, nivelar uma área ou calcular volume de terra, o que serve é o planialtimétrico.
Não. A topografia faz a planta para o seu uso e para os projetos sobre o terreno. O georreferenciamento mede as divisas de um imóvel rural com coordenadas oficiais, na precisão que o INCRA pede, e a área é certificada no SIGEF — é isso que o cartório usa para atualizar a matrícula do imóvel rural. A Metro faz os dois.
Depende do tamanho da área, do relevo, do acesso e do que vai ser entregue. O orçamento sai por escrito depois da conversa, sem compromisso.
Depende do tamanho da área e do que se entrega. Quando há Prefeitura ou cartório no caminho, o andamento deles costuma pesar mais que a medição. Por isso o prazo a gente diz depois de entender o trabalho — e não antes.
Não é obrigatório, mas ajuda: alguém que conheça as divisas mostra cada canto e evita volta ao campo.
Sim. Além da planta em PDF, mandamos o desenho em arquivo de CAD (DWG ou DXF), com as cotas, para o projetista trabalhar em cima.
No lote urbano, o levantamento é a base do pedido de correção: preparamos a planta, o memorial e as cartas aos vizinhos e, quando a cidade pede, o requerimento à Prefeitura. Quem decide é o cartório, conforme o caso — antes, conferimos o que a sua cidade e o cartório pedem. No imóvel rural, o caminho é o georreferenciamento.
Não — e desconfie de quem garantir. A decisão final é sempre dos órgãos competentes. O que a Metro garante é o que depende de engenharia: medição e peças técnicas conferidas, ART, resposta às exigências e acompanhamento até o fim do processo.
Atendemos os 46 municípios do Norte Pioneiro do Paraná — e levamos o mesmo trabalho a outras regiões do Paraná e a outros estados.
Não achou a sua cidade? A gente vai até você — pergunte.
Perguntar no WhatsAppConte o que você vai fazer no terreno. A gente diz que levantamento ele pede e quanto custa — antes de a obra, a Prefeitura ou o cartório apontarem o problema.